Pais de Pet: Os ‘filhos’ de Charlyne

Vamos começar a contar histórias de pessoas que amam tanto seus bichinhos que se intitulam “pais de filhos de quatro patas”, como mencionamos no post anterior. O relato de hoje é da Charlyne, ela que é uma apaixonada incontesta por seus dois cãozinhos abriu seu coração para o NVCL.

Prazer, meu nome é Charlyne. Aos 26 anos de idade mãe de um casal, o Snyder (que completa 7 aninhos em junho) e a Nymeria, que tem 5 meses. Meus filhos de quatro patas. O Snyder é vira lata, a cara e a expressão não enganam, a mãezinha biológica é uma Pit Bull linda. Já a Nymeria é uma Chow Chow que nasceu cinza e agora se revela nos tons de areia.

Ele: um derretido de tanta manha, educação de príncipe. Ela: arisca, bravinha, deve pensar que é um dinossauro (kkkkkkk), mas é uma princesa, um amor.

O Snyder é meu companheiro de longa data, mudou-se de Goiânia comigo para Palmas em 2013. Veio no carro, no banco de trás e me salvou com um beijinho gelado na nuca quando “pesquei” ao volante na BR e quase bati o carro. Se não fosse ele comigo ali, talvez eu não estivesse aqui contando a história.

Então, quando me perguntam se tenho filhos, geralmente, brinco que sim – a não ser em casos profissionais. Sim, são filhos. E filhos de porte médio a grande implicam em muita bagunça, muito trabalho, muita despesa. Requerem cuidado, dedicação, carinho, tempo, disposição etc. Aqui em casa eles reinam. Ração super premium, consultas ao veterinário, brinquedos espalhados pela casa e pelo quintal, e uma mamãe que dá banho com todo amor, cuidado e atenção.

Assim como nas casas em que têm crianças, aqui nunca fica arrumado, tampouco limpinho. Mas, não tem problema. Dou aos meus bebês as melhores condições que posso pra eles brincarem, descansarem… E em troca nos dão um dos amores mais puros que já experimentei, tão sincero, daqueles que dá vontade de se entregar todo dia quando chego em casa cansada depois do trabalho.

Apaixonada por cães, sou mãe de dois. Mãe mesmo, de mimar, beijar, levar pra passear, cuidar de verdade. Engana-se muito quem pensa que cachorro só precisa de água e comida. Que dó dos que vivem só com isso.

O pai dessas crianças, o rei do lar, o super-marido Bruno, é só xodó. E assim nossa família se completa hoje, com dois bebês em casa que vão depender sempre da gente. Afinal, eles não são como os humanos que crescem e aprendem a falar “Estou com fome”, “estou com dor”. Não. Pra sempre eles vão depender da nossa sensibilidade de olhar e saber do que eles precisam. Pra isso, essa mamãe aqui está sempre atenta.

Charlyne Sueste é goiana, jornalista, casada com Bruno Carrilho e mora em Palmas (TO). 

Curiosidade

O termo Pet vem do inglês e significa animal de estimação. Conforme a pesquisa realizada pelo site gatinho branco, os primeiros registros desse termo usado para animais de estimação são de 1530, da Escócia e do dialeto do norte da Inglaterra. E nessa época, Pet era usado como sinônimo de “animal preferido”.

Não é diferente do termo “animal de estimação”, que usamos no português, que significa sentimento de carinho ou de apreço em relação a alguém ou algo; afeição, afeto.

Jornalista que desde sempre ama livros, desenhos e vê o mundo de forma lúdica. Se sente completa por ser mãe da Laura e sua missão é fazer sua pequena feliz!

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