Levando a bebê no Clube

No final do ano (2015) resolvemos fazer a primeira viagem longa com nossa pequena e como o destino eram parques aquáticos, ficamos preocupados com o cuidado extra que iríamos ter com ela.

Resolvemos nos informar e descobrimos que poderíamos levá-la desde que seguissemos importantes orientações. Nossa filha estava com pouco menos de 3 meses, então sua imunidade estava ainda muito baixa.

Fomos para Caldas Novas, uma linda cidade em Goiás, cheia de ótimos parques aquáticos. Resolvemos visitar dois. No primeiro dia fomos ao diRoma Acqua Park e no segundo fomos ao HotPark.

No diRoma carregamos a Laura no bebê conforto, pois como não conhecíamos o lugar achávamos que poderíamos ter problemas com acessibilidade caso levássemos o carrinho de bebê. Foi um grande erro nosso, pois o bebê conforto é muito pesado e ruim para carregar, sem contar com a bolsa da bebê e da mamãe. Quando estávamos no clube vimos algumas pessoas carregando seus bebês no carrinho e andando tranquilamente por todos os lugares.

Outro erro nosso foi com relação as bolsas… levamos uma para cada pessoa e ficava muito chato nos mover dentro do clube carregando tudo. Com relação a bebê, compramos as famosas fraldas especiais pra água, que por sinal foram excelentes e cumpriram bem seu propósito.

Ficávamos com ela sempre debaixo de sombras, pois não se recomenda o uso de protetor solar, nem repelente em bebês com menos de 6 meses.

Como nessa viagem levamos a mãe da Gisele (vovó Mariuza), revezamos o cuidado da Laura com ela. A irmã da Gisele (titia Nina) estava conosco e também ajudou muito, o que foi legal, pois caso contrário ficaria muito difícil nos divertir no clube, e teríamos que revezar só entre nós dois.

No segundo dia, quando fomos ao HotPark fomos bem mais espertos e fizemos as coisas um pouco diferentes. Compramos um chapéu de praia para a Laura (até então ela só tinha toquinhas), um case a prova d’água pro celular (o que nos rendeu lindas fotos), levamos o carrinho de bebê ao invés do bebê conforto e reduzimos pela metade as bolsas, levando apenas o essencial.

Resultado: foi incrivelmente melhor, Pudemos aproveitar bem mais. Entretanto, ainda assim não conseguimos conhecer o clube inteiro e eu não consegui descer no Xpirado (rsrsrs, não foi medo, juro) pois a fila estava enorme. A Laura amou o clube, e banhou muito nas águas termais do Rio Quente.

Pai da Laura. Xinguarense de nascença e Palmense de coração; Analista de Sistemas e amante de tecnologias; Bombeiro Militar; Sou apaixonado por natureza, motos, viagens e aventuras.

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