1 ano e 8 meses – Complicada e Perfeitinha

Laurinha está definitivamente deixando de ser um bebezinho. Está muito esperta e tagarela. Já entende as coisas e até retruca. Já são tantas mudanças que é difícil até acompanhar. Todos os dias ela surge com algo diferente.

A Laura é uma criança muito esperta. Ela corre para todos os lados e sobe e desce do sofá, da cama e dos banquinhos espalhados pela casa sem nenhuma dificuldade. Isso é ótimo! Sinal que está se desenvolvendo normalmente. Mas também é um perigo e sempre que a casa fica silenciosa acende a luzinha de alerta. É batata que ela está aprontando algo.

Dentre as evoluções que podemos apontar, nesses 1 ano e quase 9 meses, eu observo que, diferente de mim, a Laura tem uma ótima coordenação motora. Lógico que a  percepção de espaço ainda está em desenvolvimento. Ela ainda dá umas topadas na parede, bate a cabeça… mas, já notamos muitas habilidades como colocar objetos em buracos, como por exemplo plug na tomada (Perigo!), canudo em garrafinhas, rosquear (isso ela aprendeu há um tempo e a gente nota que ela ama brincar com o sistema ‘abre e fecha’).

Batendo nos coleguinhas 

De acordo com o site Baby Center, nessa fase, “o intenso nível de atividade às vezes descamba para o lado errado. É normal crianças pequenas recorrerem a agressões, como chutes, empurrões e mordidas para se impor sobre os outros, e também para matar a curiosidade: “O que será que acontece se eu bater na Ana? Será que é a mesma coisa que aconteceu quando bati no Dudu?”.

Infelizmente estamos exatamente nessa fase e lutando para desconstruir esse comportamento da Laura. Ultimamente temos recebido várias reclamações da escola de que ela está mordendo e empurrando os coleguinhas. Não admite ser contrariada e reage com as agressões.

Pesquisando em qual a melhor forma de lidar com esse problema, descobrimos que devemos investir em atividades esportivas, manter a calma e conversar com ela explicando que não pode e o porquê.

Ainda de acordo com o Baby Center,  os pais não devem exagerar na reação. “Se você responder dando um tapa, vai estar ensinando a ele que bater pode. Deixe claro que esse tipo de comportamento é sempre proibido”. Lembrando que, principalmente nessa fase, eles absorvem tudo o que está em volta, principalmente os comportamentos.

Palavrinhas proibidas

Pois é, o vocabulário da pequena está aumentando, e com isso, estão aparecendo alguns palavrões. O que me deixa mais espantada, é ela saber usar no contexto. Por exemplo, há alguns dias notei que ela estava falando “doga”. Bom, como ela diz ainda muita coisa ilegível, eu achei que era coisa da minha cabeça. “Não é possível que ela está falando droga”, pensei.

Mas, a expressão se repetiu outras vezes em que ela ficou chateada. Mas tive mesmo certeza quando num dia, ela contrariada, chorando muito gritou: “que doga, que doga, que doga”. Para não dizer que eu estava exagerando, o pai dela estava do lado e também presenciou a reação.

Ela está fazendo muitas coisas engraçadas. Pega os nossos sapatos, calça e fica desfilando pela casa. Gosta de mexer nas minha maquiagens e o último hobby dela é pintar as minhas unhas (risos)

Jornalista que desde sempre ama livros, desenhos e vê o mundo de forma lúdica. Se sente completa por ser mãe da Laura e sua missão é fazer sua pequena feliz!

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